Software as Marketing
Um site, app ou sistema que o consumidor usa para resolver um problema.
Simuladores e configuradores · Dashboards e planners · Checklists e diagnósticos
Uma metodologia criada por Diego Martinez
O Marketing de Ferramenta transforma um software, um serviço ou uma infraestrutura em uma peça de marketing que entrega valor recorrente, aprende com os dados de uso do consumidor e formula ofertas no momento certo.
Por que ferramentas
Boa parte das ações de marketing termina depois da primeira visita. A página é lida, o material é baixado, o anúncio passa. Para trazer o consumidor de volta, é preciso pagar por atenção outra vez.
Apresenta a oferta e captura o contato. Depois disso, raramente há motivo para voltar.
Entrega um material em troca do contato. Costuma ser consumida uma vez.
Disputa atenção com todos os outros conteúdos e precisa ser produzido sem parar.
Uma ferramenta útil é usada de novo. Cada uso é uma nova chance de entregar valor, entender o consumidor e fazer a oferta certa.
Landing pages, iscas e conteúdo continuam importantes. O Marketing de Ferramenta soma a eles uma peça que trabalha de forma recorrente.
O que é
Criado por Diego Martinez, o Marketing de Ferramenta é uma metodologia que transforma o marketing em um sistema funcional de entrega de valor, baseado em utilidade real, recorrência e inteligência. Em vez de depender apenas de persuasão, promessas ou atenção, a marca oferece ao consumidor uma ferramenta que entrega valor antes, durante e depois da compra.
Essa ferramenta é uma peça de marketing: reúne em uma única experiência as táticas de atração, interação, nutrição, conversão e fidelização. Enquanto é usada, aprende com o comportamento, entende o problema do consumidor e formula a oferta certa. A venda vira consequência da utilidade.
A ferramenta serve antes de vender, funciona antes de convencer e entrega utilidade antes de qualquer oferta.
O consumidor resolve algo real antes de qualquer oferta.
A utilidade cria retorno sem depender de uma nova campanha.
A ferramenta aprende com o comportamento, não com suposições.
A venda aparece quando faz sentido para quem está usando.
A FVR é o núcleo da metodologia. Pode lembrar uma free tool ou um lead magnet, mas é construída com outro propósito: fazer marketing de forma recorrente. Pode ser digital, física ou híbrida e atua como canal autônomo de relacionamento, utilidade e conversão.
Não é conteúdo, não é isca digital e não é automação de funil. Cada formato tem seu papel; a diferença está no que costuma acontecer depois do primeiro contato.
Um site, app ou sistema que o consumidor usa para resolver um problema.
Simuladores e configuradores · Dashboards e planners · Checklists e diagnósticos
Um serviço no mundo físico que entrega algo útil antes da venda.
Ferramentas de uso livre em uma bicicletaria · Estação de calibragem com sensores IoT · Scanner postural em academia
Um espaço pensado para ser usado, que acolhe e entrega valor enquanto as pessoas estão ali.
Sala imersiva · Sala de espera com experiência · Espaço família no shopping
Como funciona
O Marketing de Ferramenta tem nomes, partes e regras próprias. Como escolher, combinar e aplicar cada uma está no curso.
Atração, interação, nutrição, conversão e fidelização
Pilares mercadológicos e técnicos
CCGO: ciclo, câmbio, grafo e órbita
Agora que você entendeu o que é Marketing de Ferramenta, o próximo passo é descobrir qual ferramenta construir e como colocá-la para funcionar.
Como começar
Aprenda a criar a sua primeira ferramenta com o curso Ferramentas que Vendem, ou tenha a ferramenta construída junto com o Diego.
Um curso prático para criar, com inteligência artificial, uma ferramenta útil que o seu cliente usa antes de comprar e continua usando depois.
O que você vai aprender
Para prestadores de serviço, consultores, pequenos negócios e profissionais de marketing que já têm uma oferta.
Garantia de 7 dias pela Hotmart
Diego Martinez desenha, desenvolve e mede a ferramenta junto com você, do diagnóstico à primeira versão no ar.
Inclui
Conversa pelo WhatsApp
A FVR é implementação
Entender o conceito é o primeiro passo. Desenhar, construir e operar uma FVR que vende exige método: estratégia, processos, automação e tráfego. Essa implementação é feita sob medida, diretamente com Diego Martinez.
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Perguntas frequentes
É uma metodologia criada por Diego Martinez que transforma um software, um serviço ou uma infraestrutura em uma peça de marketing. Essa peça, a FVR, entrega valor recorrente ao consumidor, reúne as táticas de atração, interação, nutrição, conversão e fidelização e converte vendas como consequência da utilidade.
Não. Ferramentas de marketing são os sistemas que uma equipe usa para fazer marketing: CRM, automação de e-mail, gestor de anúncios, analytics. No Marketing de Ferramenta a lógica se inverte: a própria ferramenta é o marketing. Ela é usada pelo consumidor, não pela equipe, e é ela que atrai, se relaciona e vende.
Porque a captação de leads é só a porta de entrada e, em muitas estratégias, é o objetivo final. Isso funciona, mas o Marketing de Ferramenta olha para o que vem depois: a ferramenta continua trabalhando após o primeiro uso, observa o comportamento, entende o problema, formula a oferta certa e conduz a venda dentro da própria experiência. A métrica principal é conversão em vendas e recorrência de uso, não apenas o volume de contatos.
No cenário digital. Os dois usam software como ativo de aquisição: uma calculadora, um simulador ou um diagnóstico que atrai pessoas pelo uso. Por isso uma FVR digital pode usar técnicas de Engineering as Marketing na sua construção.
Porque o Engineering as Marketing é focado em software e em aquisição. O Marketing de Ferramenta também trabalha com serviços e infraestrutura, vende produtos e serviços que não são software e tem critérios próprios para a ferramenta (FIRE), para a entrega (EPAT) e para o comportamento do consumidor dentro dela (CCGO), indo da atração até a fidelização.
Ainda não. Uma free tool, por si só, funciona como o que chamamos de Software as Magnet: atrai pelo uso imediato. Ela vira uma FVR quando passa a ter recorrência, entende o consumidor, formula uma oferta e conduz a venda, aplicando as táticas AINCF.
Não. Um landing app é uma landing page com uma funcionalidade: a pessoa usa algo útil, mas a página serve só de pouso, recebe o visitante e capta o lead. É um termo de mercado, sem um autor definido, e descreve bem a forma típica do Software as Magnet. No Marketing de Ferramenta a ferramenta não é um pouso: ela cria toda a estrutura de recorrência, acompanha o consumidor ao longo do tempo e precisa vender, não apenas captar contatos.
No freemium e no PLG, o próprio produto é a ferramenta e o motor de crescimento, e os dois funcionam muito bem para vender software. A FVR não é o produto vendido: ela vende algo diferente dela mesma, como um serviço, um produto físico ou uma experiência.
Não. É uma metodologia própria, que pode complementar o que a empresa já faz: conteúdo, funis, landing pages, tráfego pago e orgânico. Uma FVR pode ser o destino de uma campanha ou o motivo para o consumidor voltar depois de uma compra feita por outro canal.
Não. Pode ser um software, um serviço ou uma infraestrutura, e também híbrida, como uma ferramenta digital ativada por QR Code em um ambiente físico. Pode ser até algo simples, como uma bicicletaria que deixa ferramentas à disposição para uso livre. O que importa é a função: resolver um problema real de forma recorrente e operar como peça de marketing.
Comportamento, não identidade. A ferramenta observa o uso, não vigia o consumidor: usa tags anônimas e armazenamento local para personalizar a experiência sem coletar dados sensíveis. É essa inteligência que permite formular boas ofertas.
A implementação é feita sob medida com Diego Martinez. Use o botão “Quero aplicar no meu negócio” ou qualquer botão de contato desta página.